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9 de mar. de 2016

Viagem com Costura: Boas (e poucas) compras na Califórnia!

Olá!

Finalmente vou encerrar meus posts de férias! Tem bastante coisa acontecendo aqui ao mesmo tempo, mas estou fazendo o possível para contar o quanto antes aqui no blog. Já fiz alguns posts sobre as minhas férias, com a estreia de duas peças (aqui e aqui), com looks velhos conhecidos do blog e também fora dele (aqui) e, por fim, venho mostrar o que comprei na viagem. Comprei pouco e comprei bem!

Revistas

Eu tinha a curiosidade de ver as revistas americanas sobre costura. Comprei duas numa banca do bairro onde eu estava hospedada em San Francisco, elas são bem diferentes do que estamos acostumados a ver em nossas bancas: Vogue Patterns e Threads.



Na Vogue Patterns, o conteúdo é sobre os moldes oferecidos pela empresa de moldes McCall, mas não há nenhum modelo encartado na revista. Algumas matérias interessantes complementam o tema de costura de roupas.

 
Tutorial detalhado para fazer um modelo de trench coat.

 
Matéria especial sobre mangas, como alterar a modelagem conforme a necessidade. 
Achei interessante, pois serve para qualquer molde de mangas/cavas.


 
Um dos editoriais, com peças feitas com moldes da publicação, voltado para a primavera.

 
No final da revista, um guia para encontrar os moldes relacionados na edição, com informações de preços (cada "pacote" vendido por pelo menos 30 dólares).

A revista Threads possui diversas matérias relacionadas ao universo da costura de roupas, também não possui nenhum molde encartado.

 
Na revista Threads, uma matéria sobre tecidos que produzem bons efeitos quando desfiados, como o tweed.


 
Uma seção interessante, de moldes de empresas diversas que foram testados e avaliados pela publicação.

 
Matéria muito interessante sobre ferramentas para passar, abrir costuras e afins, do básico "tem que ter" até opções bem específicas!

Eu adorei conhecer estas publicações e os temas são muito pertinentes para quem quer costurar roupas!


Tecidos

Fiz uma visita relâmpago (realmente com o tempo contado) à Britex Fabrics, em San Francisco, com o propósito de encontrar algo que preenchesse algum item da lista de projetos que estivesse sem tecido para fazê-lo. Encontrei a malha para o vestido Wren (sim, aquele molde que me fez refletir sobre o melhor uso do meu dindin, contei neste post) e mais uma outra que pretendo usar num vestido envelope bem clássico, como os Wrap Dresses da Diane Von Furstemberg.

 
Britex Fabrics, um sonho de loja!


Jersey de Raion marinho com estampa delicadinha de quadrados/retângulos, já virou um Wren dress!


Jersey de viscose, de origem italiana, que um dia vai virar um vestido envelope!

Dedais

Em nossa viagem de carro de San Francisco até Los Angeles, comprei um dedal com o mapa da California na cidade de Monterrey e um outro de Hollywood lá em LA.


Ah, preciso fazer uma menção honrosa ao dedal de Lisboa que meu irmão trouxe para mim quando ele esteve lá recentemente! Não é um amor?!


Boas compras

Diferente de outros tempos em que eu ficava enlouquecida com compras em lojas de tecido em lugares novos, desta vez eu só visitei uma loja, já conhecida, com foco em comprar algo que quero usar logo. Assim o investimento é certeiro! Estou feliz com as compras feitas!

Beijos!

9 de dez. de 2015

Costura em tempos de aperto

Olá!

Eu estava planejando a viagem para Paris com o marido quando precisamos fuçar em faturas de cartão de crédito em busca de uma informação de uma reserva que fizemos. Em uma delas, bem recente, tinha a compra do molde do vestido Wren, da Colette Patterns. Este é o meu site favorito de moldes e compro quase tudo que lançam.


Aproveito que nos primeiros dias os moldes costumam ser vendidos com desconto e compro logo, pensando estar fazendo um bom negócio. Aí encontrei uma despesa "inocente" de R$ 50,00 referente a este molde.

Caramba, 50 Reais em um único molde? Mesmo que ele seja ótimo, com boas explicações e tudo mais, infelizmente acho que passou a fase dessas compras. Quem começou a costurar há poucos anos, como eu, estava mal acostumada a comprar coisas em dólar ou euro e não sentir doer muito no bolso na hora de converter para reais.

Eu já estava planejando comprar tecidos na viagem e estipulei desde aquele momento do "susto" um valor máximo para gastar e o que eu iria priorizar. Primeiro, manter o exercício da cartela de cores que bolei (aqui). Segundo, priorizar a compra de tecidos que possam virar boas partes separadas, já que vestidos eu tenho até demais (e tinha acabado de comprar um molde novo de vestido, ô vício).


Enfim, comecei a pensar no que fazer para gastar menos - ou gastar com mais sabedoria - em tempos como este que estamos vivendo, até porque não parece que isso vai se reverter rapidamente. Compartilho com vocês as minhas observações:

1. Usar os moldes que já tenho.
Tenho muitos moldes, alguns que nem usei ainda, como este que contei que comprei há pouco tempo. Alguns modelos que gosto muito merecem ser repetidos também.

2. Buscar moldes gratuitos.
Algumas peças que fiz recentemente foram feitas com moldes gratuitos e todas valeram super a pena. A camiseta Plantain da Deer and Doe, a regata Sorbetto da Colette Patterns e o shorts envelope d'A Costureirinha são ótimos exemplos!

 
Minhas peças com moldes gratuitos (posts da camiseta, da regata e do shorts)

Quando eu falo em moldes gratuitos, reforço que não costumo usar coisas que nasceram como pagas e que foram distribuídas a esmo pela internet. Sei qual o trabalho de modelar, testar e aperfeiçoar uma peça e que quem o fez precisa receber pelo seu trabalho.

Se o criador resolveu disponibilizar gratuitamente é uma decisão dele, até para conhecermos o seu trabalho - e eu acho que funciona muito bem. Agora, se o projeto é pago, precisa ser comprado de maneira regular #abaixoaspequenascorrupcoes

3. Usar moldes de revista.
Eu tenho revistas Burda desde o tempo que só a edição portuguesa chegava aqui. Quando a edição brasileira foi lançada, já assinei de cara, então não perco uma.

Uma revista custa atualmente R$ 12,90 na banca e tem muitos modelos diferentes por edição. Se você fizer apenas um molde de uma revista, ela já estará mais do que paga, concorda?


O que às vezes me dá um pouco de preguiça é de sair folheando todas elas em busca de uma peça específica. Eu tenho duas táticas que me ajudam:
a. Logo que a revista chega eu já marco com post-its os modelos que gosto. Assim, na hora de procurar eu já agilizo o processo.
b. Faço uma busca pela loja virtual de moldes da Burda americana. Aí encontro o equivalente nas minhas revistas.

Por exemplo, fiz uma busca por macacão no site (em inglês é jumpsuit). Encontrei este macacão que aparece no site como sendo de junho/2015. Como temos 6 meses de diferença por conta da adequação das estações do ano, sei que este modelo está na edição de dezembro/2015. Aí é só ir direto na revista específica. Fácil, né?!

4. Lançar mão dos conhecimentos de modelagem.
Ultimamente eu tenho usado menos moldes prontos pois estou exercitando os conceitos de modelagem que estou aprendendo no curso do Senac. Agora, por exemplo, estou trabalhando com modelagens de calça, a última parte do curso. Depois que o curso acabar, quero continuar a fazer a modelagem das minhas peças, para não perder este aprendizado.

Se você sabe construir seus próprios modelos, aproveite para colocar esse conhecimento em prática!


5. Se for para fazer investimento mais alto, invista em boas aulas.
Recentemente eu fiz uma aula dupla com a Francine Lacerda pois amei a saia Vivi que ela criou. Paguei pela aula, voltei para casa com uma saia linda (usei um tecido que eu já tinha, oba!), com um molde com 5 opções de tamanho, dicas ótimas e horas deliciosas de costura. Tudo que só o contato pessoal proporciona e que o investimento sempre é certeiro.

6. Use os tecidos que você já tem.
Sim, chegamos a uma parte delicada. Todo mundo que costura tende a acumular tecidos, algumas pessoas mais outras menos, mas sempre existe mais tecido do que a nossa capacidade de costurar. Ter os tecidos arrumados ajuda a localizar se você já tem em casa algo que possa ser usado imediatamente em um projeto. Eu organizei meus tecidos no ano passado (contei como fiz aqui) e isso só trouxe coisas boas.

7. Se comprar um tecido novo, compre sabendo em que vai usar.
A gente consegue ir ao shopping e não trazer nada, já voltar de mãos vazias de uma loja de tecido é bem mais difícil, né?!
Hoje em dia eu só vou a alguma loja de tecido quando preciso de algo que sei que não tenho em casa, compro a quantidade suficiente para o projeto e só volto com alguma coisa além disso se for por conta de uma boa ideia que surge na hora ou por conta de alguma boa promoção. Caso contrário, "o tecido bonitinho mas que eu vivo sem" fica na loja.

8. Em viagens, leve uma lista de projetos que ainda não têm os respectivos materiais.
Eu tenho feito isso há um tempo e tem rendido bons frutos. Quando o câmbio era mais amigável e eu não tinha essa listinha para pautar as minhas compras em viagens, acabava trazendo tecidos bons e lindos, mas alguns deles estão guardados até hoje à espera de um projeto que eu possa usá-los. Tem um tempo que a estratégia era esta aqui, mas fui adaptando ao longo do tempo e da variação do câmbio pra cima. As últimas compras que fiz já foram feitas pensando em atender o que está na minha lista e logo menos mostro aqui no blog.

Porque deixar de costurar a gente não vai, então vamos nos adaptar à situação atual, certo?

Beijos e boas costuras!

8 de ago. de 2014

Revista Burda Style no Brasil - Finalmente!

Olá!

Já tem um tempo que estava rolando um burburinho a respeito do lançamento da edição brasileira da revista Burda, a minha favorita no gênero de revistas com moldes. Como eu contei aqui, eu comprava a edição portuguesa que chegava com uns três meses de atraso nas nossas bancas, mas não chegava a ser problema pois as estações do ano do Brasil são invertidas em relação à Europa.

Alguns meses deste ano eu não encontrei a revista portuguesa para comprar, o que me deixou bem chateada. Nas viagens de férias, já sabendo que em agosto nós teríamos a nossa própria revista, eu aproveitei para comprar as edições do hemisfério norte de junho, julho e agosto. A revista de agosto eu comprei de propósito para comparar com a nossa, rs!
 
As questões que me deixavam "com a pulga atrás da orelha" foram sendo respondidas à medida que folheei a primeira edição:


- Preço: a nossa revista está bem em conta, custando R$ 9,90 (preço do lançamento, acho que o preço normal será R$ 10,90), visto que uma edição européia custa 6,50 Euros (o que daria quase R$ 20,00).

- O conteúdo não é igual ao europeu, respeitando as nossas estações: a edição brasileira deste mês conta com modelos para a primavera, por exemplo. Numa pesquisa rápida, alguns modelos dessa edição correspondem aos modelos da revista de fevereiro do hemisfério norte, quando lá ainda era inverno.

Esse vestido fofo de bouclê está na edição de agosto da revista brasileira e saiu em fevereiro "lá em cima". Achei a info aqui.

- Anunciantes e matérias produzidas no Brasil, com nomes conhecidos na costura como da Ana Consentino.

- Indicação de tecidos na nossa nomenclatura, para mim era complicado transpor algumas coisas da edição portuguesa. A única coisa é que a nossa edição não indica de onde é o tecido usado, mesmo que fosse de um site alemão, eu ia adorar saber!

O que eu pensava enquanto a gente ficou sem a revista portuguesa e sem a brasileira era a defasagem do conteúdo, o que nós estaríamos perdendo. Mas depois que eu achei um modelo de fevereiro na nossa revista de agosto, acho que não vamos perder nada, isso para quem comprava a revista de Portugal regularmente.

Outra coisa boa será poder assinar, mesmo que no meu caso eu tenha que mandar entregar na casa dos meus pais. Assim não corro o risco do Luke, meu comedor oficial de revistas e papéis jogados na garagem, destruir a minha revista, rs!

Ainda não produzi nenhuma peça para ver como estão as instruções, mas assim que acontecer eu conto!

Atualizando o post do ano passado, onde deixei links em português/PT, inglês e alemão, aqui estão os links da Burda brasileira (yay!):

 Site: dá para fazer assinatura, ver vídeos, assinar newsletter por email, entre outras coisas.

Concluindo, as minhas primeiras impressões foram bem positivas!
Seja bem vinda revista Burda! Que vocês tenham muito sucesso no Brasil!

Beijos e boas costuras!

5 de fev. de 2014

Viagem com costura - Rio de Janeiro

Olá!

Que maravilha foi poder ir logo no começo do ano para o Rio!
Gosto demais da cidade, na verdade hoje em dia eu posso dizer que sou verdadeiramente apaixonada pelo Rio. Alguém me disse, desta última vez que eu fui, que Rio e São Paulo se complementam e eu concordo.

Adoro pensar que é uma cidade grande mas que tem praia, a Lagoa, o Cristo Redentor e muitas outras belezas. Lógico que tem um monte de problemas também mas, infelizmente, que cidade grande por aqui que não tem?! Assim como tentamos fazer em nossa própria cidade, o negócio é focar na parte boa e seguir adiante!

Eu e o marido tínhamos alguns lugares que queríamos visitar e eu fiz previamente uma lista grande de lojas de tecidos, armarinhos e afins. Se eu passasse por algum dos endereços da lista durante o nosso turismo, eu visitaria. Fácil assim, sem stress.

Quando fomos visitar o Jardim Botânico e almoçar no Braseiro da Gávea, aproveitei para conhecer a loja Entrelinhas, na Praça Santos Dumont.

Entrelinhas - Gávea

A loja era tranquila e super bem arrumada, alguns quilts lindos estavam expostos. Além da venda de materiais, também dão cursos.

Nós ficamos hospedados em Ipanema, perto da praia e perto também da Lagoa Rodrigo de Freitas, uma delícia! Passeando pela Visconde de Pirajá, a rua do bairro com muitas lojas, bancos, farmácias e supermercados, cheguei à Pedaço d'Pano. A Clau (que me atendeu duas vezes) é uma fofa!

Pedaço d'Pano - Ipanema

A Pedaço d'Pano é uma daquelas lojas pequenas e bem cheias, mas ainda assim muito convidativa e fofa! Além da venda de produtos para costura, vendem também tecidos, livros e aviamentos.
Também dispõe de cursos!

Compras na Pedaço d'Pano: almanaque do Garota Prendada (foi nesse site que encontrei alguns dos locais deste post), cera de abelha para ajudar a quiltar - no meu caso a colcha, agulhas para costurar bonecas que também vou usar na hora de quiltar a colcha, canetas esferográficas com tinta que some com o calor do ferro de passar (já testadas e aprovadas).

Na mesma rua, visitei também a Casa Alberto, maravilhosa! Acho que tem tecidos mais chiques (e caros, provavelmente) que a GJ. Como não tenho nenhum vestido arrasador de festa para fazer, não trouxe nada de lá.

Casa Alberto - Ipanema


Destaque para uma banca vintage, de babar! Na verdade é um sebo, mas dentro de uma daquelas bancas de jornal que ficam na calçada. Vendem discos de vinil, livros, revistas e mais algumas coisinhas... Fiquei surpresa com a qualidade do acervo e com a organização!

  
A Cena Muda - sebo / banca vintage - Ipanema

Revistas vintage em ótimo estado! 
Trouxe uma Burda dos anos 70 (que vinha em alemão, com um suplemento do molde em português) e uma revista Fon Fon dos anos 50 com variedades e alguns moldes lindos!

Vestidos de festa dos anos 70 na Burda.

Dicas de boas maneiras na Fon Fon dos anos 50.

Modelos de vestidos soa anos 50 (muitos suspiros!)

 
Molde do vestido da capa!

Mais um molde lindo!

 
Molde para uma toalha para mesa com bordados.

 
Amei o "Cantinho da Modelista"!

Em Ipanema, eu e o marido tomamos lanche e sucos caprichados no Polis Sucos e a sobremesa estava logo ao lado, no Sorvete Itália. Os dois valem muito a pena!

Passeando pelo centro, fugi da tentação de visitar o famoso Saara, que eu acredito ser o equivalente carioca à nossa 25 de março (confere, produção?). Eu e o marido nos esbaldamos na Confeitaria Colombo, isso sim!

Assim como já fiz em Paris e Buenos Aires, provei o chocolate quente de lá e olha... Não deixa nada a dever para nenhum que tomei nessas cidades. Não é uma maravilha?

 Chocolate quente da Confeitaria Colombo: um dos mais gostosos da vida!

Também trouxe para casa uma lata de biscoitos Leques da Confeitaria Colombo:


Mais uma lata linda para a minha coleção! 
Guardo aviamentos em todas que eu tenho!

O recheio da latinha fofa não decepcionou. Os biscoitos são como waffers caprichados em forma de leque (o formato parece quando dobram crepes redondos duas vezes, sabe?) e ficam uma delícia com sorvete!
Hummm! 

Confesso que depois de escrever este post eu fiquei com vontade de voltar correndo pra lá, rs!

Update: Este roteiro da Vejinha Rio foi bem útil para mim, vale a pena dar uma olhada!

Beijos e boas costuras!

Informações:
Jardim Botânico
http://www.jbrj.gov.br/ 
Rua Jardim Botânico, 1008 - Jardim Botânico

Restaurante Braseiro da Gávea
http://www.braseirodagavea.com.br/
Praça Santos Dumont, 116 - Gávea

Entrelinhas
http://www.entrelinhasrj.com/
Praça Santos Dumont, 66 - Gávea

Pedaço d'Pano
https://www.facebook.com/Armarinhopedacodpano/
Rua Visconde de Pirajá, 540, loja 102 - Ipanema

Casa Alberto Tecidos Exclusivos
https://www.facebook.com/casaalbertotecidos/
Rua Visconde de Pirajá, 302 - Ipanema

A Cena Muda 
Rua Visconde de Pirajá, s/n, esquina com a Praça Nossa Senhora da Paz, Ipanema

Polis Sucos
https://www.facebook.com/pages/Polis-Sucos-Ipanema/173784149334741
Rua Maria Quitéria, 70 - Ipanema
 

Sorvete Itália
http://www.sorveteitalia.com/
Rua Visconde de Pirajá, 395 - Ipanema

Confeitaria Colombo
http://www.confeitariacolombo.com.br/site/
Rua Gonçalves Dias, 32 - Centro

8 de jan. de 2014

Compras costurísticas de viagem (antes tarde do que nunca, rs)

Olá!

Este post é um dos que ficaram pra trás com a correria de fim de ano, estava esperando no rascunho desde novembro, rs!

Nessa época, eu contei que tinha passado uns dias fora, aproveitando que o marido participaria de um congresso. Uma das coisas que mais gosto de fazer nos dias que eu fico sozinha enquanto ele participa do evento é bater perna com ponto de partida, mas seguir depois meio sem roteiro. Também aproveito para comprar tecidos (assim poupo a paciência do marido e aproveitamos para fazer outras coisas nas horas que estivermos juntos).

Como o estoque de tecidos aqui em casa nunca baixa o suficiente, rs, e comprar em Euros fica bem pesado na conta, comprei apenas duas malhas para fazer mais pantalonas, já que estou amando usar a pantalona azul que eu fiz na aula de costura.

Mais pantalonas em 2014, por favor!

As compras fofas ficaram por conta de rendinhas delicadas de algodão e viés com ponto ajour (que eu amo e praticamente faço estoque), rs!



Na parte de acessórios costurísticos comprei um dedal transparente, não sei se é de plástico, silicone ou algo parecido. Comprei por caber direitinho no meu dedo e também por não escorregar... Já testei nas últimas costuras à mão e gostei! Trouxe também "molas" de plástico da Prym, como as de metal que conhecemos por aqui. A vantagem é ficar invisível e não correr o risco de enferrujar. Usei uma no fechamento do meu macacão e aprovei.

O dedal e a "mola" de plástico eu já usei.

E, ainda falta testar mas parece promissor, um conjunto de peças para colocar zíper invisível. No pacote indica ser adequado para várias máquinas de costura. Eu já tenho uma sapatilha plástica para este fim, mas resolvi testar esta peça pois os últimos trabalhos que coloquei esse tipo de zíper não ficaram realmente "invisíveis". Isso aconteceu na máquina aqui de casa (Novinha - Singer) e também na aula de costura (Janome), o que me leva a crer que a culpa é da sapatilha que vai na máquina ou é da qualidade do próprio zíper.

O "tira-teima" meio que já foi feito com o vestido branco que fiz para usar no Ano Novo, pois usei nele um zíper invisível francês aplicado com a sapatilha plástica daqui do Brasil. Como o zíper desta vez ficou invisível, tudo indica que os nossos zíperes é que vão de mal a pior. #protesto #desabafo

Ainda assim, vou fazer o teste inverso, de colocar um zíper nacional usando esta peça, para ver se pelo menos minimiza o problema. Vamos ver no que vai dar, né?! Se eu achar que vale a pena, vou procurar se tem algo equivalente por aqui para indicar!

Ah, e por último, uma encomenda que viajou de Londres para Paris junto com a minha querida amiga Ane: mais dois tecidos Liberty e o novo livro de costura deles!
Imagine a minha cara de feliz na hora de receber a encomenda pelas mãos da amiga?


O tecido de pêras eu já usei uma parte para fazer a saia godê do meu aniversário, usando a rendinha mais escura de uma das fotos acima para dar uma graça mais na barra da peça.

O tecido azul claro tem cara de vestido (para variar, rs), mas ainda não defini um modelo. Estou pensando em fazer um longo, com cara de verão. Aguarde e confie!

O livro é lindo, mais uma vez, fiquei com vontade de fazer muitos projetos! Em breve ele deve dar as caras aqui no blog!

 

E, também na parte de leituras, uma Marie Claire Idées, que eu nunca tinha comprado, pois aqui no Brasil é tããão cara! Achei o conteúdo lindo e muito bom!


Para terminar, comprei lavanda e fiz um bocado de sachês, ainda tem mais para fazer já que só usei um dos quatro saquinhos!

 

Por enquanto é isso!
Já pode sonhar com as próximas férias ou mini-férias?

Enquanto este momento não chega, deixo a dica de conferir meu post sobre Montmartre (em especial sobre a Amelie Poulain) no blog da Lascivité!

Espero que goste!

Beijos!

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