11 de dez. de 2015

Comparativo entre as máquinas Singer - Facilita Pró 4423 e 5523

Olá!

Desde que comprei minha máquina de costura, a Singer Facilita Pró 4423, publico aqui no blog posts periódicos sobre ela. Contei aqui como a escolhi, quais os pontos que ela tem, como foram o primeiro e o segundo ano de uso. Por enquanto, só tenho elogios à minha Novinha querida!

Recentemente a Singer lançou o modelo 5523 da Facilita Pró e, desde então, surgiram dúvidas nos comentários sobre as diferenças entre ela e a 4423.

Uma leitora do blog já tinha deixado uma mensagem como essa nos comentários (obrigada!), mas resolvi fazer o comparativo disponível no próprio site da Singer e também perguntar no atendimento online para preparar este post e deixar todas as informações reunidas num lugar só.

Lá na ferramenta de comparação do site da Singer, não existe nenhuma diferença entre as máquinas nas características comparadas:







E o SAC da Singer me respondeu rapidinho, olha só:

"Agradecemos seu contato e seu interesse em nossos produtos.
Os modelos 4423 e 5523 são iguais, mudando apenas as cores externas das tampas.
O modelo 4423 pode vir com Led ou com lâmpada.
As máquinas 5523 só tem com Led.
Essa é a diferença entre os modelos 4423/5523

Continuamos a disposição.
Atendimento Singer."

Sobre a lâmpada, a minha máquina veio com a lâmpada comum, a que não é de LED. Ela nunca queimou em quase três anos, mas esquenta um pouco e creio que deva ser menos econômica que a de LED.

Enfim, a diferença entre as máquinas é mínima mesmo. Vale a pena pesquisar preços na hora de comprar, pode ser que aí é que esteja a maior diferença entre elas!

Beijos e boas costuras!

10 de dez. de 2015

Na onda da jardineira

Olá pessoal, tudo bem?

Para variar, fiquei viciada em macacões e depois que fiz a primeira jardineira para a Julia (aqui) fiquei como doida atrás de moldes de macacões na internet. Encontrei de todos os tipos e hoje vim aqui para dividir com vocês essas dicas.

Na loja Boo Design, que fica dentro do Etsy (post aqui) encontrei esse modelinho super charmoso, com babadinhos nos ombros e bolsos em forma de coração, bem lindo e com uma pegada retrô, fiquei apaixonada! O molde é bem versátil, dá para fazer de calça ou shorts, com ou sem babados, opções que podem valer por vários moldes em um só!

 

No Etsy também encontrei o modelo que eu procurava: um macacão de saia (ou salopete), que pode ser feito em jeans, veludo cotelê ou em outros tecidos grossos como o brim. Este modelo também tem detalhes bem especiais como o bolso da frente e também as ferragens nas alças, que dão um toque profissional. Não resisti e comprei o molde, assim que fizer, venho contar para vocês.

 

Outro macacão muito lindo é esse da Sew Sweet, que já fiz para a Julia. Ele é bem simples e super confortável, daquelas roupas que as crianças adoram, super recomendo!

 

Outro modelo que eu não resisti foi esse macacão charmosérrimo da Willow & Co. Ele está entre meus próximos projetos, principalmente porque quero fazer testes de tingimento de tecido, desse jeitinho da foto, me aguardem!

 

E para provar que estou completamente viciada no assunto, trouxe as duas últimas peças que fiz pra Julia. Um macacão em brim estampado, com um restinho de tecido que eu tinha aqui em casa e um outro em jeans de coração, com um tecido novo que acabei de comprar no Brás. Julia está naquela fase em que cresce super rápido e acaba perdendo todas as roupas: fica tudo muito curto nas pernas e na barriga. Esses macacões são boas soluções, pois vestem bem e também ficam bonitinho no famoso modo “pula brejo”, hehehehe! As mães adoram!

  

E vocês? Se animam em fazer macacões? Não esqueçam de escrever me contando, hein?!

Beijoca,
Ana

9 de dez. de 2015

Costura em tempos de aperto

Olá!

Eu estava planejando a viagem para Paris com o marido quando precisamos fuçar em faturas de cartão de crédito em busca de uma informação de uma reserva que fizemos. Em uma delas, bem recente, tinha a compra do molde do vestido Wren, da Colette Patterns. Este é o meu site favorito de moldes e compro quase tudo que lançam.


Aproveito que nos primeiros dias os moldes costumam ser vendidos com desconto e compro logo, pensando estar fazendo um bom negócio. Aí encontrei uma despesa "inocente" de R$ 50,00 referente a este molde.

Caramba, 50 Reais em um único molde? Mesmo que ele seja ótimo, com boas explicações e tudo mais, infelizmente acho que passou a fase dessas compras. Quem começou a costurar há poucos anos, como eu, estava mal acostumada a comprar coisas em dólar ou euro e não sentir doer muito no bolso na hora de converter para reais.

Eu já estava planejando comprar tecidos na viagem e estipulei desde aquele momento do "susto" um valor máximo para gastar e o que eu iria priorizar. Primeiro, manter o exercício da cartela de cores que bolei (aqui). Segundo, priorizar a compra de tecidos que possam virar boas partes separadas, já que vestidos eu tenho até demais (e tinha acabado de comprar um molde novo de vestido, ô vício).


Enfim, comecei a pensar no que fazer para gastar menos - ou gastar com mais sabedoria - em tempos como este que estamos vivendo, até porque não parece que isso vai se reverter rapidamente. Compartilho com vocês as minhas observações:

1. Usar os moldes que já tenho.
Tenho muitos moldes, alguns que nem usei ainda, como este que contei que comprei há pouco tempo. Alguns modelos que gosto muito merecem ser repetidos também.

2. Buscar moldes gratuitos.
Algumas peças que fiz recentemente foram feitas com moldes gratuitos e todas valeram super a pena. A camiseta Plantain da Deer and Doe, a regata Sorbetto da Colette Patterns e o shorts envelope d'A Costureirinha são ótimos exemplos!

 
Minhas peças com moldes gratuitos (posts da camiseta, da regata e do shorts)

Quando eu falo em moldes gratuitos, reforço que não costumo usar coisas que nasceram como pagas e que foram distribuídas a esmo pela internet. Sei qual o trabalho de modelar, testar e aperfeiçoar uma peça e que quem o fez precisa receber pelo seu trabalho.

Se o criador resolveu disponibilizar gratuitamente é uma decisão dele, até para conhecermos o seu trabalho - e eu acho que funciona muito bem. Agora, se o projeto é pago, precisa ser comprado de maneira regular #abaixoaspequenascorrupcoes

3. Usar moldes de revista.
Eu tenho revistas Burda desde o tempo que só a edição portuguesa chegava aqui. Quando a edição brasileira foi lançada, já assinei de cara, então não perco uma.

Uma revista custa atualmente R$ 12,90 na banca e tem muitos modelos diferentes por edição. Se você fizer apenas um molde de uma revista, ela já estará mais do que paga, concorda?


O que às vezes me dá um pouco de preguiça é de sair folheando todas elas em busca de uma peça específica. Eu tenho duas táticas que me ajudam:
a. Logo que a revista chega eu já marco com post-its os modelos que gosto. Assim, na hora de procurar eu já agilizo o processo.
b. Faço uma busca pela loja virtual de moldes da Burda americana. Aí encontro o equivalente nas minhas revistas.

Por exemplo, fiz uma busca por macacão no site (em inglês é jumpsuit). Encontrei este macacão que aparece no site como sendo de junho/2015. Como temos 6 meses de diferença por conta da adequação das estações do ano, sei que este modelo está na edição de dezembro/2015. Aí é só ir direto na revista específica. Fácil, né?!

4. Lançar mão dos conhecimentos de modelagem.
Ultimamente eu tenho usado menos moldes prontos pois estou exercitando os conceitos de modelagem que estou aprendendo no curso do Senac. Agora, por exemplo, estou trabalhando com modelagens de calça, a última parte do curso. Depois que o curso acabar, quero continuar a fazer a modelagem das minhas peças, para não perder este aprendizado.

Se você sabe construir seus próprios modelos, aproveite para colocar esse conhecimento em prática!


5. Se for para fazer investimento mais alto, invista em boas aulas.
Recentemente eu fiz uma aula dupla com a Francine Lacerda pois amei a saia Vivi que ela criou. Paguei pela aula, voltei para casa com uma saia linda (usei um tecido que eu já tinha, oba!), com um molde com 5 opções de tamanho, dicas ótimas e horas deliciosas de costura. Tudo que só o contato pessoal proporciona e que o investimento sempre é certeiro.

6. Use os tecidos que você já tem.
Sim, chegamos a uma parte delicada. Todo mundo que costura tende a acumular tecidos, algumas pessoas mais outras menos, mas sempre existe mais tecido do que a nossa capacidade de costurar. Ter os tecidos arrumados ajuda a localizar se você já tem em casa algo que possa ser usado imediatamente em um projeto. Eu organizei meus tecidos no ano passado (contei como fiz aqui) e isso só trouxe coisas boas.

7. Se comprar um tecido novo, compre sabendo em que vai usar.
A gente consegue ir ao shopping e não trazer nada, já voltar de mãos vazias de uma loja de tecido é bem mais difícil, né?!
Hoje em dia eu só vou a alguma loja de tecido quando preciso de algo que sei que não tenho em casa, compro a quantidade suficiente para o projeto e só volto com alguma coisa além disso se for por conta de uma boa ideia que surge na hora ou por conta de alguma boa promoção. Caso contrário, "o tecido bonitinho mas que eu vivo sem" fica na loja.

8. Em viagens, leve uma lista de projetos que ainda não têm os respectivos materiais.
Eu tenho feito isso há um tempo e tem rendido bons frutos. Quando o câmbio era mais amigável e eu não tinha essa listinha para pautar as minhas compras em viagens, acabava trazendo tecidos bons e lindos, mas alguns deles estão guardados até hoje à espera de um projeto que eu possa usá-los. Tem um tempo que a estratégia era esta aqui, mas fui adaptando ao longo do tempo e da variação do câmbio pra cima. As últimas compras que fiz já foram feitas pensando em atender o que está na minha lista e logo menos mostro aqui no blog.

Porque deixar de costurar a gente não vai, então vamos nos adaptar à situação atual, certo?

Beijos e boas costuras!

4 de dez. de 2015

Minha primeira camisa de seda e uma viagem diferente

Olá!

Já virou um costume meu de preparar uma peça nova de roupa às vésperas de uma viagem. Pode ser um shorts vapt-vupt para passar um feriado na praia (aqui) ou uma peça mais trabalhosa como uma jaqueta bomber forrada para uns dias de férias (aqui).

Pois bem, depois de terminar a camisa que concluía uma etapa do curso de modelagem (contei neste post), comecei o desenvolvimento de uma peça destas para mim em outubro.

Primeiro construí uma base de corpo com as minhas medidas, que não ficou certa de primeira. Na segunda tentativa deu certo. Aí, na hora de costurar e provar, particularidades do meu corpo que não estavam contempladas no papel e nos cálculos apareceram: ombros caídos e a minha corcundinha (que já melhorou muito depois de fazer Pilates desde o ano passado, mas ainda existe). Algumas alterações depois, com a ajuda da mestra Angélica, eu tinha a minha base de corpo pronta para prosseguir com os trabalhos.

 

Fiz uma camisa no morin, tecido bem simples de algodão para testar o modelo da camisa. Deu tudo certo no corpo e na gola, já as mangas... Ficaram justas por conta dos meus braços gordinhos, rs!

Fui procurar uma solução nos meus livros e encontrei uma forma de aumentar o volume sem mexer na cabeça da manga no livro da Burda (já escrevi sobre ele aqui). Resolvida esta parte, tinha que escolher a manga que queria fazer: se uma manga "simples" com punho e carcela - de simples não tem nada, só é uma das mais usadas em camisas - ou se uma manga evasê para ficar franzidinha junto ao punho.

 

 

 

 

Escolhi a segunda opção e lá fui eu costurar no tecido definitivo, um crepe de seda delicado e maravilhoso da Liberty (capaz que seja o tecido mais caro que eu já tive coragem de comprar). Esta peça já faz parte das costuras que priorizei depois de pensar em uma nova paleta de cores para mim (contei sobre isso ontem - aqui).

Costurar tecidos delicados rendem o dobro de trabalho, na hora de cortar para não escorregar e na hora de costurar também. Cortei num dia e fui costurar no outro. Levei dois dias para terminar, pois fui intercalando com outras atividades "do lar", rs. Creio que 95% das etapas precisaram ter um alinhavo para manter tudo no lugar, coisa que eu não tenho preguiça de fazer. Escolher materiais e ferramentas adequadas também faz a diferença: colocar uma agulha novinha na máquina e usar os alfinetes mais delicados que tenho (os mais curtos e sem cabeça, mas com a ponta bem delicada, dá para ver aqui) para não puxar fios durante o processo.

Estava sendo uma semana muito pesada, com acontecimentos esquisitos/ruins na região onde eu moro. O clima estava pesado e eu aproveitei para me concentrar na camisa para não me deixar contagiar pelo baixo astral que estava rolando. Nem vou entrar em detalhes pois acho que não vale a pena, mas enfim, era uma semana bem estranha.

Fechei as laterais e os ombros da camisa com costura inglesa. Deixei apenas as mangas com costuras "normais", mas acho que vou fazer os acabamentos delas com viés do próprio tecido, sabe?

 
 

 

Quando eu estava quase terminando, faltava só fazer as casas e depois pregar os botões, começaram a chegar as notícias dos atentados em Paris. Eu e o marido estávamos com passagens marcadas para ir para lá dois dias depois. Lembro que parei os trabalhos para acompanhar o noticiário, lembro bem o choque enorme de ver que a casa de shows onde mais pessoas foram atingidas ficava a 700 metros do hotel que tínhamos reservado, que as fronteiras estavam fechadas.

 
Botões vintage do último Armarinho Vintage do Superziper.

Fiquei muito atordoada, pois eu e o marido amamos ir a shows de rock e imaginei que sim, eu poderia ser uma daquelas pessoas. A certeza de uma viagem tão desejada (ainda mais depois de uma semana ruim) deixou de existir naquele momento de pânico geral.

Acabei deixando o noticiário de lado para terminar a camisa, para concentrar as minhas atenções em outra coisa pelo menos por um pouco de tempo. Coloquei os botões e a minha etiqueta (o toque final) sem saber se a usaria na semana seguinte, como era o programado.

No sábado, tocamos os nossos compromissos, sem saber ainda o que fazer. À noite, fomos ao show do Pearl Jam (tá vendo? Eu e o marido estávamos num show de rock, como acontece com frequência), que foi muito emocionante por conta do que havia acontecido.

Foi bom para tirar um pouco da nossa atenção e, quem sabe, ajudar a resolver o que fazer. Quando fomos dormir, já sabíamos que o congresso que o marido iria participar estava mantido e que a companhia aérea estava com os vôos normalizados. E nós não conseguíamos decidir se iríamos ou não.

No domingo de manhã, resolvemos ir, depois de falarmos com as nossas famílias. Eles nos apoiaram na decisão de ir e saímos correndo para fazer as malas. Coloquei minha querida camisa entre as outras roupas, com o sentimento de missão cumprida, por mais estranha que fosse a atmosfera daqueles dias.

 Camisa acinturada, com mangas longas e franzidas no punho, gola com pé. 
Tudo o que eu tinha direito!

 Aqui dá pra ver bem a estampa!

Punhos fofos!

Chegamos em Paris na 2a feira pela manhã, dia em que os comércios estavam abertos e as pessoas estavam voltando a sair na rua. Sentimos confiança de tocar a viagem já que estávamos lá, com algumas modificações de última hora como evitar aglomerações de gente e ficar preparados para detectores de metal e revistas de bolsas em quase todos os lugares.

Primeiro dia, na Place des Vosges.

Eu sempre penso que as roupas que costuro tem suas histórias únicas. E essa camisa sempre vai me trazer essas lembranças de como foi gostoso e trabalhoso de fazer, também de onde eu queria levá-la, mas não quero associá-la aos acontecimentos ruins durante a execução dela. Os próximos posts serão sobre a viagem e por isso quis começar por contar o que aconteceu antes, por mais que ainda seja um pouco difícil, mesmo indo e voltando em segurança, para mim estes atentados serão acontecimentos com que dificilmente vou me conformar. Enfim, como eu sempre digo, viajar é bom, mas voltar para casa é ainda melhor!

Dias depois eu usei a camisa, logo menos mostro aqui. É uma das coisas que eu mais gostei de costurar, ainda mais por ter desenvolvido a modelagem dela!

Beijos!

3 de dez. de 2015

Uma nova paleta de cores para uma nova fase

Olá!

Não faz muito tempo que perguntaram para mim se alguma coisa havia mudado depois que eu tinha mudado radicalmente a cor do meu cabelo. Na hora eu respondi que não, nada havia mudado. As roupas eram as mesmas, por exemplo.

Aí caiu a ficha que um tanto de coisas mudou sim. Tenho usado menos maquiagem e troquei os batons rosas pelos vermelhos. As roupas já vinham mudando, mas agora vejo que algumas cores me interessam mais do que outras. Continuo usando muito azul marinho, até por aquisições/reaparições recentes de jeans, mas não tenho mais tanta vontade de usar rosa/pink ou verde. Até uso, mas não me deixam tão contente quanto antes.

Eu já estava pensando em bolar uma nova paleta de cores, dando continuidade aos meus experimentos para vestir mais a cor amarela, quando apareceu no Modices esse post super legal, mostrando como usar amarelo para tons de pele e cores de cabelo diferentes.

Duas partes deste post foram determinantes:

"O truque é simples: quanto mais frio for o seu tom de cabelo (platinados, por exemplo) mais quente deve ser o amarelo que você usar, principalmente se for próximo ao rosto, e vice-versa. Loiros platinados ficam ótimos com mostarda, por exemplo."


"Existem combinações clássicas que dão certo como amarelo + cinza ou amarelo + azul/jeans (azul é a cor oposta ao amarelo na roda de cores). Amarelo com preto, por exemplo, não é uma combinação que sempre funciona e é melhor deixar para quando você já estiver bem segura com a cor."

Aí eu vi que estava no caminho certo. Fui colocando algumas cores lado a lado em casa e gostei muito do que vi, parecia harmonioso sabe? Essa pode ser a resposta para algumas peças lindas que temos no armário mas que raramente usamos. A peça é legal, veste bem, mas a cor não orna com a gente ou não orna com as outras peças que deveriam ser usadas junto.

Dali em diante, comecei um novo exercício: deixar de fazer vestidos novos, pois tenho muitos, pensando em fazer novas peças separadas nestas cores escolhidas, para combinarem bastante entre si. Lógico que considerando também o que já está prontinho dentro do armário. Para não ficar monótono, o jeito é também variar nas texturas dos tecidos e entre lisos e estampados.

As novas cores principais para mim são essas aqui, lógico que outras cores serão bem-vindas, mas essas serão as minhas prioridades:

Cores principais: azul escuro, cinza (claro e escuro) e amarelo.
Cores secundárias, para combinar com as principais: vermelho, vinho e roxo.

Eu já ando me vestindo assim e vou colocar uns cliques aqui:

  
Vestido clarinho com estampa mostarda, azul e vermelha / Look Cinza + azul + lenço vermelho

   
Uma jaqueta em azul petróleo, dois looks: um com amarelo + azul outro com cinza!

Um causo rápido: dia desses, fui ao shopping com uma camiseta verde - que estava guardada e recentemente voltou a vestir bem, mas que ando cismada com a cor - e calça jeans. Provei essa blusa branca com listras nas cores que eu tenho dado mais atenção. Comparando, achei que a blusa verde ficou tão sem graça em mim, apesar de ficar linda com o azul do jeans, olha só:

  

Já estou escolhendo tecidos e projetos de costura para eles, mudei a ordem das prioridades das costuras em função dessa reflexão toda, logo menos cada novidade vai aparecer aqui no blog!

 
Amarelos e mostardas passando na frente na fila!

Já parou para pensar nas cores que mais combinam com você?
Eu estou adorando este exercício!

Beijos!

2 de dez. de 2015

Livro do mês - Happy Homemade: Sew Chic Kids

Oi!

Hoje eu vou falar de um livro muito lindo que eu comprei faz tempo, mas que só agora decidi testar, o “Happy Homemade: Sew Chic Kids”.

 

Este livro é de autoria da Ruriko Yamada, uma autora japonesa que tem diversos livros de moda, infantil e adulto. Os livros são todos uma graça, só tem um pequeno detalhe: a maioria deles está escrita apenas em japonês!

Para alívio geral, o livro de hoje está traduzido para o inglês, o que facilita muito a nossa vida e possibilita entender todos os passos dos tutoriais, que são feitos em diagramas, como os da foto abaixo.



O livro é composto por 20 modelos lindos, para meninas e meninos, que vão do tamanho 2 ao 8 e no final tem algumas dicas de materiais e acabamentos, que ajudam os leitores a conseguir finalizar suas peças com bastante qualidade, mas que são bem comuns nesse tipo de livro (quando você costuma comprar livros de molde, acaba concluindo que todos eles têm essa seção e que são essencialmente iguais.)

Para testar, escolhi o segundo vestido (o vermelhinho da capa!), porque a estampa usada para fazer o modelo do livro é muito parecida com uma estampa que eu queria usar para a filhota e que ainda não tinha tido a oportunidade, então como diz o ditado: juntou a fome com a vontade de comer!



O modelo é bem fácil, mas o que gostei foi que segui o passo a passo e foi muito tranquilo. O acabamento ficou muito bom e olha que sou super crítica quanto a isso, SEMPRE!

Vejam o resultado:

 

Atentem para o tecido, um xadrez conhecido como gingham cheinho de formigas, não é uma fofura? Fiquei doida por esses insetos, adorei!

Gostei bastante do livro, tenho vontade de fazer todos os modelos, inclusive os masculinos para o meu sobrinho. Quem sabe não me desafio a fazer todos os modelos do livro? Isso já passou pela minha cabeça várias vezes, quando vejo um livro lindo assim!

Recomendo para as pessoas que já tem algum conhecimento de costura e que gostam de moldes infantis bem clássicos e delicados... qualquer pessoa que tenha o nível básico de costura consegue seguir os passos do tutorial.

Uma última observação: o único inconveniente deste livro é que os moldes não vêm com margem de costura, então não pode esquecer de acrescentá-la ao fazer os projetos!

Serviço:
Livro: Happy Homemade: Sew Chic Kids - 20 Designs That are Fun and Unique-Just Like Your Kid! (em inglês)
Autora: Ruriko Yamada
Editora: Tuttle Publishing
Ano: 2013
Site

Beijocas!
Ana

1 de dez. de 2015

Look do Dia: Shorts Envelope!

Olá!

Antes de viajar para o Rio, fiz um shorts para levar na viagem. Foi um daqueles projetos rápidos e super gostosos de fazer. Aproveitei o que restou do chambrê que usei nos dois vestidos Bettine, então nem precisei sair atrás de tecido e gastei este corte todinho, o que é ótimo!

Assisti ao vídeo do shorts envelope criado pel'A Costureirinha, está bem explicadinho! Tem também um tutorial com fotos no blog dela, então não tem desculpa para não fazer! O modelo veste até o tamanho 42 e para mim deu certo!

O jeito de vestir o shorts é diferente, já que não tem uma abertura convencional, mas o resultado é muito bom! Se eu repetir este projeto, faria uns centímetros mais comprido e adicionaria alguns centímetros também na parte de cima, para a cintura ficar mais alta. Do jeito que ficou também dá super para usar!

Depois de muito bater perna no dia anterior (em que fizemos boas compras, post aqui), este dia tinha que ser mais tranquilo, né?! Reservamos o dia para ir à praia e ter um belo almoço depois. Usei o shorts como saída de praia, por cima do meu maiô. Para ir almoçar lá na Gávea, foi só colocar uma blusa por cima, minhas alpargatas listradas e já estava pronta!

 A frente fica com as laterais sobrepostas e um lacinho...

E as costas ficam assim!

 Sim, eu estava na praia antes destas fotos, rs!

 Sem make e com cara de preguiça pós-praia e pós-almoço!

 E esse roxo na perna que parecia a pinta da Angélica?!

Shorts envelope de amarrar: Tecido de chambrê de algodão comprado na Tecidos NA (Santo Amaro). Molde e passo a passo em vídeo d'A Costureirinha.
Alpargatas: Tecido Cath Kidston (Londres), sola Prym (Berlin)

Blusa: Anthropologie (Londres)

Gente, esse grafite era tão lindo e colorido que tirei um tanto de fotos!





Adorei o shorts e o dia de praia com ele, recomendo!

Beijos!

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