30 de mai de 2014

Reconhecer a possibilidade de sermos nós mesmos, de crescer e de ser feliz

Olá!

Este post seria uma ótima oportunidade para ser um dos posts de "Links interessantes" que já fiz vez ou outra. Porque algumas leituras me chamaram atenção em relação a um tema em comum: o crescimento pessoal depois que a gente aceita um bocado de coisas na nossa vida.

Antes de rolar todo um desabafo (rs) o que eu quero dizer é que eu não atingi meu crescimento individual, certamente estou bem longe disso e por isso mesmo não sou melhor que ninguém. Aí é que está a "pegadinha": entender que o processo de crescimento é contínuo e reconhecer que ele merece nossa atenção para sermos felizes é que realmente conta. Porque eu acho que assim é que a coisa toda acontece.


Isto posto, acho que todo mundo enfrenta algum tipo de competição na vida desde cedo. Quem é o mais legal, o mais bonito ou o mais popular da escola (eu nunca fui); quem entrou na faculdade mais disputada; quem tem o emprego dos sonhos (eu nunca tive) e por aí vai...

Nos dias de hoje eu penso que eu não quero competir com ninguém, sou gordinha mas me acho bonita. Não é por ser gordinha que sou descuidada, muito pelo contrário: cuido da minha alimentação, mas me permito não exagerar nas limitações, faço exercícios, cuido da pele e do cabelo, procuro me vestir de acordo com o meu tipo físico. Não gosto de comparações (recentemente me disseram que eu era parecida com a Adele - que eu traduzo como sendo "você é uma gordinha bem arrumada e bem resolvida"- que achei desnecessário).

Quando eu li este post eu super me identifiquei, apesar de não ser super feliz com a minha barriga (prefiro infinitamente a curva "bem curva" da minha cintura ou o meu cabelo, por exemplo), mas não sofro loucamente por causa dela, sabe?


 

Dia desses, usando mais uma vez aquela saia de lã com babados que fiz há pouco tempo, eu nem lembrei da minha barriga e sim de como eu me senti bonita usando uma peça super feminina. Eu prefiro colocar meus esforços nisso.

Não quero competir com ninguém se a minha máquina de costura é mais ou menos avançada, se meu quartinho de costura cabe mais do que apenas eu mesma dentro, se eu frequentei um curso renomado sobre moda ou sobre costura, se eu sei mais ou menos sobre as técnicas que eu aprendo, se eu tenho determinada roupa, bolsa ou sapato. Essa coisa toda cansa! Todo dia eu procuro ser melhor para mim mesma, porque é isso que me deixa feliz e, apesar de eu adorar o Instagram, não sinto necessidade de mostrar absolutamente tudo que eu faço, como e compro. 


Este post aqui me fez concordar do começo ao fim, que a gente oferece a si mesma a chance de evoluir com alguma identidade do melhor jeito: sendo a gente mesma!



Já deixei de seguir esses blogs de "looks do dia" imaculados faz tempo, desses sem nenhum amassadinho na roupa ou fio de cabelo fora de lugar. Das moças embelezadas por um maquiador e por um cabeleireiro quase que diariamente. Porque a nossa vida de verdade não é assim, né?! Eu só posto foto aqui no blog sem retoque (até porque esse tipo de retoque eu nem sei fazer) do amassado da roupa, da celulite, do cabelo espetado ou da olheira "do dia".

Quer coisa mais verdadadeira que usar linho e não ligar que ele amassa? Eu amo essa liberdade!
A Ana Soares (mandando muito bem mais uma vez) também não liga, olha só!


 
(Fonte)

Lendo este post aqui da Ana Elisa, que se formou na mesma turma que eu na faculdade, eu pensei que essa coisa da gente ter que se encaixar num "pacote" específico e restritivo de estilo de vida realmente não me apetece. A mania de apontar o dedo e julgar (geralmente com hostilidade ou falta de propriedade) nestes tempos de anônimos da internet também. Achava um saco nos meus tempos de inspiração pin-up ter que pensar que vestir alguma coisa fora da estética seria errado. Achava que se eu não quisesse sair de casa como uma boneca que alguém ia me apontar o dedo sem dó. Tempos depois eu deixei essa história pra lá. E mais pra frente, quando já estava enjoada e achei que não combinava mais comigo, abandonei a estética super-ultra-mega- retrô. Fácil assim, para mim funcionou. Então, apesar de não ser mãe, eu entendo bem o que ela quer dizer.



Então, nesses tempos bem esquisitos que nós vivemos, eu desejo a cada pessoa que lê este post para desencanar do que os outros pensam ou deixam de pensar, das comparações, dos julgamentos, da grosseria gratuita e dos modismos (de roupa e de comportamento). Não quero que ninguém pense em ser egoísta, apenas que seja você mesmo para ser mais feliz!

E, por último, para quem acha que o mundo da moda é só lindeza, riqueza e festa, a entrevista da Rita Comparato para a TPM é incrível!

Beijos e um ótimo final de semana!

28 de mai de 2014

Moldes Oliver + S

Olá, como estão?

Hoje vou falar de uma marca de moldes infantis que está entre as minhas favoritas da vida toda, chama-se Oliver+S. A marca pertence a Liesl, uma design de moda americana que eu sou super fã, tanto pelos modelos incríveis que apresenta a cada coleção, quanto pelo cuidado que tem com cada detalhe do seu trabalho.
A Liesl também tem um livro lindíssimo chamado Little Things to Sew com peças de vestuário infantil, acessórios, fantasias e brincadeiras que é um sonho e que eu ganhei da minha querida amiga Katia. Sabe aquele presente que você sonha faz tempo? Pois é o caso e com certeza falarei dele em algum post futuro.

Para começar visite o blog e a loja de moldes dela: é amor a primeira vista! Nele você encontra um ambiente virtual lindo, super clean, dicas de costura, tutoriais aos montes. Além disso, tem um fórum sobre assuntos costurísticos no qual você pode se inscrever para participar e ainda, uma área para brincar, onde estão disponibilizados os bonecos de papel que ilustraram suas coleções passadas (infelizmente, na minha opinião, porque era uma das marcas registradas do Oliver+S mas atualmente não são mais utilizados para ilustrar os modelos novos) para você recortar e relembrar das brincadeiras de infância com seus filhos... uma delícia!

No início da marca os moldes eram disponibilizados apenas em papel, e além de serem um pouco caros, para comprá-los precisava pagar o envio para o Brasil. Eu sonhava com os moldes e não comprava (pão-dura que sou!) por achar que ainda não tinha reunido habilidades suficientes para fazê-los e que, por isso não valia a pena investir tanto dinheiro. Depois de passar muita vontade, decidi arriscar e para fazer valer o frete pedi 3 moldes de uma vez (sim, sou doida). Tive receio de não receber, mas eles chegaram super rápido e direitinho, me apaixonei e repeti a compra.

Como diria o sábio Gollum do Senhor dos Anéis: my precious!!!

Cada molde vem com o tutorial passo a passo das peças, super bem explicado com desenhos esquemáticos de cada passo. Geralmente os moldes são disponibilizados em “kits”de um vestuário completo. Assim pode ser um conjuntinho com blusa e saia, ou camisa e shorts etc. E quando são vestidos, também são disponibilizados como blusas, o que faz cada molde valer por duas ou três peças.

Aqui o lindo pacotinho aberto e seu conteúdo: as folhas de molde em seda, o tutorial com o passo a passo da montagem da peça e uma bonequinha e sua roupa para recortar e brincar... é muito amor!!!

Cada modelo também traz todas as informações sobre a quantidade de tecido e de aviamentos a serem utilizados, tabela de tamanho com as medidas da criança e nível de dificuldade da peça: iniciante, iniciante avançado, intermediário e avançado. Dos moldes que comprei 99% são para iniciante avançado e 1% para nível intermediário.

Devo dizer que não acho dos moldes mais fáceis de se executar, mas se você já tiver uma habilidade média em costura consegue seguir e terminar os projetos tranquilamente. No blog você também encontra moldes grátis e pode usar como treino para ver se vale a pena comprar!

O que me encanta e faz valer quebrar a cabeça são o imenso bom gosto que Liesl apresenta em suas coleções. São modelos delicados e bem infantis, roupa de criança à moda antiga, tudo que eu acho que uma criança deve usar!

Recentemente, para minha felicidade, eles disponibilizaram todos os moldes nas versões digitais também, o que facilita a vida, pois você evita o frete e a aventura dos seus moldes correio afora. No momento da compra já recebe seus arquivos em pdf e pode imprimir quantas vezes quiser, sem tem medo de manipular e rasgar aquele papel de seda finíssimo que os moldes comprados em papel são feitos. Eu amo moldes digitais!

Abaixo você vê as belezuras que fiz usando os moldes da Liesl. Super recomendo!



Family Reunion Dress e minhas versões em vestido e blusa: um mimo!

 
Ice Cream Dress, o preferido no quesito lindeza e minha boneca vestida com ele!

 




 E o campeão de audiência Roller Skate Dress e minhas mil e uma versões!

Beijoca!
Ana

26 de mai de 2014

Costuras da Semana!

Olá!

Antes que eu comece a mostrar as produções mais recentes, preciso avisar que vou diminuir um pouco o ritmo das postagens até o final de junho. Explico: é final de semestre das aulas de alemão, o que significa fazer 3 provas e uma apresentação individual em praticamente um mês. Tá puxado!

Enfim, na semana que passou eu já comecei a deixar mais tempo para estudar, então a produção foi menor. Na aula de Patchwork, a máquina de costura feita em Foundation ficou pronta.



Só digo uma coisa, é uma das coisas que mais gostei de ter feito e de ter aprendido. Tenho que admitir que estou com orgulho do bloquinho que vai enfeitar a capa para a minha Novinha!

Semana passada eu me dei conta que iniciei os trabalhos da minha colcha de hexágonos há um ano... E que ela ainda não está pronta... Mas hoje, depois de ter passado por uma série de técnicas de Patchwork, tenho certeza que não escolhi a mais simples ou mais rápida delas, paciência. Com o frio chegando de vez e a copa do mundo também, resolvi que vou retomá-la, pela 32.352.423.243a vez, rs!

Já que desta vez eu não estou com o menor pique para acompanhar a copa, para não ser antissocial, eu vou pegar a minha caixinha e ficar trabalhando na sala em frente à TV. Para isso ser possível, separei uma hora do meu dia para cortar novos hexágonos de papel e também de tecido branco, assim durante os jogos eu terei o que costurar! Então em breve vou voltar a contar da colcha por aqui, aguarde!


Voltando aos trabalhos da colcha.

Retomando a contagem, agora dos hexágonos brancos para fazer, ok? Saldo de hexágonos brancos até o momento: 0 (de 536).

O quimono ficou parado, fiz alguma coisa errada nos bolsos que as costuras não estão batendo e eu não tive tempo de arrumar, rs!

Ah, com a diminuição de tempo para as costuras, separei mais uma hora do dia para preparar uma Tilda nova. Na verdade só o corpinho, pois o embelezamento todo será feito junto com a Ana, num dia para colocarmos conversas em dia e planos em ordem!

Tilda Costureira em Progresso.

E para encerrar bem a semana, estreei minha saia de malha no sábado, quando visitei a exposição "Panos - Usos e Costumes" no Sesc Bom Retiro. Adorei como ficou, além de ter aguentado firme e forte o frio, que era bem o que eu queria!


Sobre a exposição, terminou ontem! Eu adorei! Quem fez um post completinho e com fotos bem melhores que as minhas foi a Claudia do Superziper.

Beijos e boas costuras!

23 de mai de 2014

Livro do Mês - Sashiko

Dose dupla de livros neste mês!
À esquerda: The Ultimate Sashiko Sourcebook (em inglês)
 À direita: Sashiko Zakka (em japonês)

Olá!

Tudo começou em janeiro, quando eu fiz um workshop para conhecer o Sashiko, técnica japonesa de bordado.

Primeira peça bordada, no workshop, que virou almofada.

Eu comprei o primeiro livro quase que em seguida de ter feito o workshop. Fui até a Fonomag (no bairro da Liberdade) e fui super bem atendida!

 Sashiko Zakka (em japonês)

Como não entendo nada em japonês, vou confessar que comprei porque queria logo ter um livro em mãos para poder fazer mais peças. Este livro possui um tanto de padrões de bordado que eu posso usar. Me interessou também porque os projetos sugeridos estão divididos por estação do ano, o que eu achei fofo e propício. Também acabou dando a ideia de fazer a colcha para o Noah com motivos que estivessem ligados à primavera.

Logo o primeiro projeto do livro é de quimonos infantis, todos bordados! Eu não me aventurei a deduzir como faz um (que pena, queria tanto), mas se os desenhos eram adequados para quimonos infantis, seriam também adequados para a colcha!


 Quimonos infantis, queria tanto entender as instruções para fazer!

Diagramas dos bordados para os quimonos infantis.

Depois de escolhidos os padrões, comecei uma baita pesquisa na internet para saber o significado delas. E cheguei a alguns sites e explicações, que eu detalhei aqui.

No mesmo dia resisti à tentação de comprar mais um livro em outra livraria da Liberdade, já era desafio suficiente me livrar com um livro em japonês, rs!

 Colcha do Noah.

Mesmo já estando com a colcha encaminhada, continuei à procura de algum material que eu pudesse entender melhor. Acabei encomendando na Livraria Cultura este livro abaixo, que é em inglês e levou quase dois meses para chegar. Também tem projetos fofos e uma espécie de catálogos dos desenhos de bordado, separados por temas (quadrados, curvos, que formam determinados desenhos).

The Ultimate Sashiko Sourcebook (em inglês)

Mais simples impossível: bordar padrões diferentes e colocar em molduras compradas prontas.

Por exemplo, este curvadinho a seguir é um dos desenhos que eu acho mais lindos e agora eu sei que representa a grama com o bater do vento. Os desenhos costumam ter significados interessantes ou apenas serviam para retratar alguma cena cotidiana. Legal, né?!


 Saquinhos com bordados em Sashiko.

Catálogo de diagramas, parte de "ondas". Imagina o restante?

Em ambos os livros existem indicações de como transferir ou desenhar os padrões, bem como qual a ordem e o sentido que devem ser bordados (através de setas e números nos diagramas).

Então, por enquanto, nada de literatura em português para esta técnica. Mas como o empurrãozinho inicial para mim foi feito em um workshop aqui mesmo, estou conseguindo me virar com os livros!

Beijos!

Serviço: 
Livro: Sashiko Zakka (em japonês)
Autor: Hideko Onozaki
Editora: Tatsumi Mook

Livro: The Ultimate Sashiko Sourcebook - Patterns, Projects and Inspirations (em inglês)
Autora: Susan Briscoe
Editora: David & Charles
Ano: 2013

Livrarias do bairro da Liberdade:
Fonomag
Rua da Glória, 242
Site 

Livraria Sol
Praça da Liberdade, 153

22 de mai de 2014

Oficina de Estamparia com Superziper

Olá!

Contei rapidinho que pouco antes do Dia das Mães eu participei da oficina de estamparia que aconteceu no Bazar Ó Gente (meu favorito), comandado pela Andrea do Superziper.

Então, foram algumas horas deliciosas para poder dar os primeiros passos nessa técnica que eu espero usar bastante no futuro.

Primeiro a Andrea mostrou ferramentas para produzir os carimbos, de EVA (aquele material maleável que parece emborrachado) e batata!


Para moldar o EVA, podem ser usados o estilete ou a tesoura, dependendo do que precisa ser cortado. Fiz uma gotinha com tesoura mesmo e colei em uma base de tampa plástica.

Com a gotinha estampei um pedaço de algodão cru, usando tintas azuis diferentes. Foi legal para ver o quanto cada tom tinha de pigmentação, qual era mais transparente, como ficavam sobrepostas e assim por diante.

Ficou tão fofo que quero transformar em alguma coisa!

 
Como disse a Andrea, com essa secura toda aqui em SP, essa estampa tem poder, rs!

Depois, usando uma goiva (instrumento usado para entalhar, serve também para trabalhos de xilogravura) fizemos os carimbos usando metades de batata. O legal da batata é que dá uma textura mais rústica, gostei também!

Esta é uma goiva!

O primeiro teste foi em outro pedaço de algodão, com uma tentativa de âncora, que não ficou aquela maravilha, rs!


A segunda tentativa foi uma coisa meio gráfica, meio parecendo os veios de uma folha, mas não quis nada tão definido. Já estava achando mais fácil "cavar" com a goiva.

Fui misturando tintas e usando um rolinho de pintura para espalhar e fui carimbando a ecobag de algodão cru mais grosso, estampando apenas a parte de baixo. Gostei também!


 
O problema da batata é que você não pode guardar o carimbo para usar de novo, mas o efeito é bem interessante!

Eu adorei passar por esta técnica, dá para fazer em casa e eu quero muito repetir!
Quero também aprender a tingir tecidos, deve ser muito bom também!

Ah, e para não passar batido o restante do bazar, fotos de algumas das minhas comprinhas:

 Colar com pingente de botão (tudo em prata) da Vivian K.


Aviamentos e tecidos vintage do Armarinho Vintage do Superziper.

Beijos!

21 de mai de 2014

Costure o Bem!

Olá!

Dia desses recebi o convite para participar de uma iniciativa muito bacana da Lu Gastal, o "Costure o Bem". Acho maravilhoso a gente usar o conhecimento e os recursos de alguma coisa que a gente sabe bem, neste caso costurar, para fazer algo que gere um resultado maior, para ajudar o próximo.

Em seguida, procurei tecidos que eu pudesse usar e escolhi uma das técnicas mais simples, o Nine Patch. Com isso, rapidinho, três quadradinhos ficaram prontos!


Vou esperar até o final do mês para ver se até lá eu consigo fazer mais alguma coisa e vou mandar de uma vez só pelo correio.

Que tal separar alguns tecidinhos e participar também? Mais informações aqui embaixo e também neste link.


Beijos e boas costuras!

20 de mai de 2014

Tildite

Sim, fui acometida por essa doença de forma aguda e, pelo que comentam nos blogs, sem cura. Estou completamente viciada em Tildas!!!

Há muito tempo tinha visto essas bonecas (compridas, fininhas e sem boca; apenas olhinhos minúsculos e bochechas rosadas) pela internet afora e em algumas feiras de artesanato. Achei engraçadinha, mas não dei muita bola.

Escutei algumas colegas comentando o quanto elas são demais, mas não me chamou a atenção mesmo. Foi então que, pensando em um projeto de costura com minha mãe, comecei a fuçar exaustivamente sites e blogs sobre bonecas de pano (farei um post sobre esse assunto). Eis que me deparo com um molde de uma Tilda gordinha: foi amor a primeira vista! Na mesma hora comecei a ler o tutorial e a pensar em quais paninhos poderia usar para fazer a bendita bonequinha, mas tive que conter minha ansiedade por não ter nada parecido com cor da pele em casa... fui dormir pensando na bonequinha.

 
Os dois livros de Tilda que comprei (contra-indicados para quem não quer se viciar: nem nas bonecas, nem nos livros, que são incrivelmente lindos!!!).

Em cerca de 40 minutos a minha primeira Tildinha, a gordinha, estava pronta... aí já era, né?! A vontade era de partir pra segunda na mesma hora, mas mãe, dona de casa, cientista tem horários restritos de costura (tremendo de abstinência, rs).


Outra noite que fui dormir pensando nas bonitas... mil idéias na cabeça, um desfile de bonecas. Dia seguinte não deu outra: mais uma Tilda. Dessa vez magrinha, com um molde adaptado para minha primeira idéia: uma Tilda Sereia! Encontrei algumas pela internet, mas nada do meu agrado então desenhei meu molde e adaptei as costuras para a minha própria criação e adivinha? Amei o resultado, mais viciada do que nunca. Difícil é resistir a tentação de ficar o dia todo na máquina vivendo apenas de “bonecar”... tantas idéias, me aguardem! 

Por enquanto, deixo vocês com fotos das minhas preciosas, o molde da minha sereia e com uma alerta: não comece a “tildar”que isso vicia na hora!



Beijoca!

Update: Após preparar esse post, participei do patch encontro com Lu Gastal (post aqui), que aconteceu aqui em São Paulo, onde fizemos a Tilda Frida Kahlo e trouxe pra casa essa riquezinha aí. Impossível descrever a felicidade, sou grande fã de artes plásticas e a Frida é a minha pintora favorita, paixão total!


Além da minha mini pintora mexicana, fiz também uma dorminhoca, em homenagem ao meu eterno sono de mãe, pois nunca durmo o suficiente! E por último, repeti a sereia, porque a primeira, era presente para uma aluna querida, mas acabou raptada pela minha sobrinha junto com a gordinha. Como dizer não? O jeito é botar a mão na massa e repetir a boneca, né?

 Minha pequena dorminhoca e minha segunda sereia, agora mais bem feita e embelezada, com flor no cabelo, top com botão e cintinho retrô. Mal posso esperar para embelezar a próxima!

Tenho algumas idéias de Tildas que nunca vi por aí e estou doida para por em prática, então aguardem mais bonequinhas por aqui. É, pelo jeito a doença não tem mesmo cura... ainda bem!

+ beijos pra vocês!
Ana

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